
18/06/2008
(Leia Deuteronômio 24:14-22)
“... Também não oprimirás o forasteiro; pois vós conheceis o coração do forasteiro, visto que fostes forasteiro na terra do Egito” (Êxodo 23:9).
A situação das pessoas com poucos defensores ou com poucos recursos é abordada nas Escrituras continuamente.
Ao longo da história o povo de Israel experimentou períodos de escravidão. Por esse motivo, Deus esperava que os israelitas fossem bondosos e agissem com justiça para com todos os povos, mesmo para com forasteiros ou estrangeiros.
Nesse sentido, a vontade de Deus também se aplica a nós. Enquanto seguimos a Cristo no século XXI, devemos ser sensíveis às necessidades das pessoas privadas de direitos civis ou solitárias: sorrir a uma nova criança adotiva em nossa igreja; partilhar uma refeição com um estudante de intercâmbio que se sente esmagado e desnorteado por uma nova cultura; reservar tempo para conversar com o vizinho idoso cujo cônjuge, com quem viveu cinqüenta anos, faleceu.
A maioria de nós já experimentou a sensação de estar de fora, de ser um forasteiro em um novo ambiente; fosse tentando ajustar-se a um novo emprego, escola, bairro, ou adaptando-se a uma nova família.
A lembrança de nossos "tempos de forasteiro" pode nos motivar a tomar a iniciativa de estender o amor de Deus com palavras e ações concretas ao próximo.
Oração:
Senhor, lembra-nos freqüentemente de que Tu colocas pessoas específicas em nosso caminho, não como um inconveniente, mas como uma oportunidade de abençoar alguém. Em nome de Jesus. Amém.
Pensamento para o dia:
O que estou fazendo para suprir as necessidades de uma pessoa estranha à comunidade?
Oremos pelas pessoas novas em nossa comunidade.
Maureen Baird (Califórnia, EUA)
(“No Cenáculo” - http://www.editoracedro.com.br/)