A estrela impossível

 

"Quando vejo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que preparaste, que é o homem mortal para que te lembres dele? E o filho do homem, para que o visites?  Contudo, pouco menor o fizeste do que os anjos e de glória e de honra o coroaste" (Salmo 8:3-5).

 

Os noticiários de 14 de Julho passado dão-nos conta de que foi descoberto um planeta impossível.

Veja a notícia, do "O Estado de São Paulo":

 

"Descoberto 'planeta impossível' em sistema com 3 estrelas

Um planeta recém-descoberto ocupa uma posição, em meio a três estrelas, que é impossível segundo as teorias atuais.

São Paulo - Um planeta recém-descoberto fora do Sistema Solar ocupa uma posição, em meio a três estrelas, que é impossível segundo as teorias atuais sobre formação planetária. A descoberta, do astrônomo Maciej Konacki do Instituto de Tecnologia da Califórnia, é noticiada pelo website da revista Nature.

O planeta de Konacki fica num sistema estelar triplo conhecido como HD 188753, na constelação do Cisne. A estrela principal do sistema é muito semelhante ao Sol, mas o planeta, 14% maior que Júpiter, orbita-a a uma distância de 8 milhões de quilômetros, ou 5% da distância entre a Terra e o Sol.

Segundo a teoria atual sobre formação de planetas, esse "Júpiter gigante" não poderia ter surgido onde está: acredita-se que planetas se formem com material acumulado ao redor de núcleos de gelo, e esse novo mundo fica muito perto de sua estrela para ter surgido assim.

A explicação tradicional para a posição do planeta seria a de que ele surgiu mais longe de sua estrela e migrou para perto - mas aí entram as outras duas estrelas do sistema, que giram em torno uma da outra e, também, do mesmo sol central: elas teriam engolido qualquer material mais distante que pudesse formar um planeta.

Uma hipótese é de que o planeta de número HD 188753 tenha nascido exatamente onde está, mas a partir de um núcleo de materiais menos voláteis que gelo comum".

 

Ele teria, segundo os cientistas, massa igual ou superior à de Júpiter mas a sua posição no céu, entre três estrelas é considerada "impossível".

Isso porque, caro internauta, os homens, em grande parte, não acreditam em Deus.

Como "impossível", se a estrela está lá no céu, brilhando impavidamente há, talvez, bilhões de anos?

É uma verdadeira inversão de valores: o homem não quer acreditar no que "vê", por achar que aquilo que "sabe" é mais importante, é o que ele considera a fórmula final, é a verdade absoluta!...

Mas, mesmo não acreditando em um Deus Todo-Poderoso que comanda qual maestro todo o universo, os cientistas deveriam se dobrar, ao menos, à Natureza – que, em outras palavras, é a conseqüência da existência de um Deus – e não tentar explicar o inexplicável.

Davi, o famoso Rei Davi, um "homem segundo o coração de Deus", humildemente declara da sua incapacidade e da sua pequenez diante da grandeza do Universo.

Veja isso nos versículos do Salmo 8 acima estampados. Ali Davi confessa da sua incapacidade de entender por que Deus deu ao homem poderes sobre os elementos da natureza, coroando-o de honra e de glória.

Jeremias também confessa o poder e a necessidade que o homem tem de Deus:

 

"... E não dizem no seu coração: Temamos, agora, ao SENHOR, nosso Deus, que dá chuva, a temporã e a tardia, a seu tempo; e as semanas determinadas da sega nos conserva" (Jeremias: 5-24).

 

A verdade é que o homem tem que tomar cuidado com aquilo que faz em relação à natureza. Lá no Livro do Gênesis, capítulo 11, os habitantes da terra desencadearam um dos maiores problemas para si próprios: tentaram fazer uma torre que chegasse aos céus (não "ao céu", que seria a abóbada celeste, mas "aos céus", morada de Deus) e tiveram como conseqüência a destruição da sua torre e a confusão das línguas.

 

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