
Minha família vem se destacado através dos anos pelos dons artísticos de seus membros - especialmente teatro e música.
Claro, nada como Mozart, que já compunha aos cinco anos de idade, mas de qualquer forma um dom especial.
Para começar, somos descendentes de Alvarenga Peixoto - fluminense e um dos inconfidentes do movimento que teve por base Minas Gerais, que se destacou também como poeta. Meu avô chamava-se Martiniano de Alvarenga.
Minha mãe era grande apreciadora de música – cantou por muitos anos nos corais da Igreja Presbiteriana de Marília e de Dracena. Formou-se violinista pelo Conservatório Musical Santa Cecília, de Marília. Para os que não sabem, o curso completo de violino é de sete anos. Isso fora os anos de aperfeiçoamento.
Anos depois outros se destacam: eu próprio, com cursos incompletos de violino e de piano, regente de corais – em Marília, Dracena e São Paulo – esta última atividade como autodidata. Meu filho Antonio Herci Júnior, destaca-se como regente, compositor e arranjador, tendo já sido convidado para participar do Festival de Música de Campos do Jordão.
Muito bem, esse dom, do qual ninguém deve se gabar, pois vem do nosso Criador, continua presente: tenho um neto que é diretor de teatro, toca percussão e faz parte de uma banda que recentemente se apresentou no vão do MASP. Minha netinha de 14 anos já vem se destacando como violonista. Faz parte de uma Orquestra de Violões que agora, em setembro de 2007 deu audição muito aplaudida.
Isso tudo muito me alegra e me deixa orgulhoso dos filhos e netos.