Crucifiquem-no

 

Então, Judas, o que o traíra, vendo que fora condenado, trouxe, arrependido, as trinta moedas de prata aos príncipes dos sacerdotes e aos anciãos, dizendo: Pequei, traindo sangue inocente. Eles porém disseram: Que nos importa? Isso é contigo. E ele, atirando para o templo as moedas de prata, retirou-se e foi-se enforcar (Mateus 27:3-5).

 

 

E, respondendo o governador, disse-lhes: Qual desses dois quereis vós que eu solte? E eles disseram: Barrabás. Disse-lhes Pilatos: Que farei, então, de Jesus, chamado Cristo? Disseram-lhe todos: Cruficiquem-no! O governador, porém, disse: Mas que mal fez ele? (Mateus 27:21-22).

 

Que mal Jesus Cristo tinha feito? Nenhum.

Poucos sabem que Jesus não foi sacrificado pelo que disse ou pelo que fez. Segundo Ele próprio, veio para cumprir as profecias. Seria entregue para Salvação e não para sua própria punição. Mas a sua condenação e morte foram a maneira encontrada pelo Senhor para executar a sua vontade.

Os circunstantes achavam que morria por afrontar o governo, mas não, morria para ser o Salvador, coisa que já estava prevista e profetizada.

As provas contra Ele? – ódio, espírito de vingança, inveja do que Ele representava.

 

"Eu fui cassado pelas minhas qualidades, pelo que fiz no governo", disse. "Não fui cassado pelos meus defeitos". Dirceu reafirmou que sua cassação é política e disse considerar a decisão um "passo arriscado" da Casa. "Espero que esse passo arriscado não volte contra o Congresso e contra a democracia", disse.

"É uma violência, como se eu tivesse perdido a minha própria vida (...) Eu acho que sofri um fuzilamento político, mas é uma figura retórica. Tenho mais 30 anos de vida pela frente", acrescentou.

Dirceu, que já pediu a cassação de parlamentares no passado e se disse arrependido, defendeu que deputados e senadores não sejam mais os responsáveis pelo processo de perda de mandato e de direitos políticos. 

 

E eles mais clamavam, dizendo: Cruficiquem-no (Mateus 27:23)

 

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