Clamor incessante por justiça

 

 

(22/09/2009)

 

(Leia Lucas 18:1-8)

 

“E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele de dia e de noite, ainda que tardio para com eles? Digo-vos que, depressa, lhes fará justiça. Quando, porém, vier o Filho do Homem, porventura achará fé na terra?” (Lucas 18:7-8)

 

Na parábola da viúva e do juiz perverso nós encontramos uma mulher extraordinária que se recusa a aceitar seu destino.

Sua voz se opõe à injustiça sem demonstrar piedade.

Como resultado de sua persistência mesmo o juiz injusto é forçado a agir.

Se mesmo um juiz injusto pode se deixar tocar a ponto de conceder a justiça, imagine o quanto Deus deseja ajudar os injustiçados.

Deus olha pelo estrangeiro, pelo órfão e pela viúva, profundamente preocupado com suas situações. Com nossa ajuda, Ele pode responder.

Sua imagem desejando a justiça para eles dá-me esperança quando penso em Darfur, no Sudão, onde mais de 300 mil pessoas morreram ao longo dos últimos três anos como resultado da revolta civil, da falta de alimento e das doenças.

Essa talvez seja a pior crise humanitária no mundo hoje. Embora freqüentemente me sinta oprimido e desencorajado, busco forças em nosso Deus, que não se esquece de Darfur.

O clamor dos povos ao redor do mundo não são desconhecidos.

Peço a Deus que os cristãos orem, se manifestem e clamem incessantemente pela paz com justiça em favor de nossos irmãos e irmãs em toda parte onde há crise.

 

Oração:

Deus, nosso Juiz, dá-nos determinação e coragem para buscar incessantemente a justiça em favor do nosso próximo. Em nome de Jesus. Amém.

 

Pensamento para o dia:

Nós servimos a Deus quando trabalhamos pela justiça.

 

Oremos pelo povo de Darfur, no Sudão.

 

(Medite: Isaías 41)

 

David Wesley Poe (Missouri, EUA)

 

(“No Cenáculo” - http://www.editoracedro.com.br/index.jsp?template=953)

 

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