
25/06/2009
(Leia Lucas 18:9-14)
Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós. E por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão e não vês a trave que está no teu olho? Ou como dirás a teu irmão: “Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, estando uma trave no teu?” (Mateus 7:2-4)
"Por que você sempre encontra algo de errado em tudo que faço?", gritei para Jane, minha mulher. "Por acaso não sou melhor do que muitos maridos que há por aí? Quantos deles podem se gabar do que tenho feito neste casamento? Por que você não pode me elogiar de vez em quando?"
"Mas é exatamente aí que você está errando", retrucou Jane. "Justificar suas ações fazendo comparações como essa não ajuda em nada. Cada um de nós é responsável por suas próprias ações."
Saí sem dizer uma palavra mas, dias depois, a afirmação de Jane ainda estava na minha mente.
Enquanto discernia a discussão, veio à minha mente a história que Jesus contou sobre o fariseu e o cobrador de impostos (Lucas 18:9-14).
Em vez de olhar para mim mesmo e aceitar minhas fraquezas, tinha julgado presunçosamente outra pessoa.
Concentrar-me nas fraquezas dos outros era uma de minhas fraquezas.
Aceitei isso, pedi perdão a Deus e orei para que Ele me ajudasse a mudar.
Oração:
Ó Deus, ajuda-nos a reconhecer nossas fraquezas e a lidar com elas de acordo com a Tua palavra. Em nome de Jesus. Amém.
Pensamento para o dia:
Será que minhas palavras transmitem julgamento? Ou encorajamento?
Oremos pelas pessoas que comentam sobre os seus erros continuamente.
Francis Sackitey (Akosombo, Gana)
(No Cenáculo - http://www.editoracedro.com.br/)