(Lucas, capítulo 24 / Atos 1:4-11)
Os discípulos estavam comentando entre si sobre a ressurreição de Jesus.
Ainda falavam nisso, quando Ele se apresentou no meio deles e disse: Paz seja convosco.
Espantados e atemorizados, pensavam que viam algum espírito.
- Por que estão perturbados e qual a razão das dúvidas em seus corações? Olhem as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo. Apalpem-me e vejam, porque um espírito não tem carne nem ossos, como percebem que eu tenho.
Como, mesmo assim, não acreditassem, perguntou: Há aqui alguma coisa que comer? Então lhe deram um pedaço de peixe assado, que ele comeu.
- Não lhes falei que importava que se cumprisse tudo o que de mim estava escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos?
Aproveitou e lhes abriu o entendimento para poderem compreender as Escrituras.
- Está escrito que o Cristo padeceria e ao terceiro dia ressuscitaria. E, também, que em seu nome se pregasse o arrependimento para remissão dos pecados a todas as nações, começando por Jerusalém. Vocês são testemunhas destas coisas. Deixo com vocês a promessa do Pai. Permaneçam na cidade, até que sejam revestidos de poder.
Levou-os fora, a Betânia, e os abençoou.
- João batizou com água, mas vocês serão batizados com o Espírito Santo, dentro de poucos dias.
- Senhor – perguntaram alguns, – é nesse tempo que restaurará o reino de Israel?
- Não compete a vocês saber os tempos ou as épocas que o Pai reservou à sua própria autoridade. Mas receberão poder, ao descer sobre vocês o Espírito Santo, e serão minhas testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria e até os confins da terra.
Tendo dito isso, foi levado para cima, enquanto eles olhavam, e uma nuvem o recebeu, ocultando-o de seus olhos. E apareceram dois varões vestidos de branco, que lhes disseram: Por que ficam aí olhando para o céu? Esse Jesus que foi elevado ao céu há de vir, assim como para o céu o viram ir.
Aí, então, voltaram jubilosos para Jerusalém, onde permaneciam no templo, bendizendo a Deus e aguardando o revestimento de poder prometido. (‘O Pentecostes’)
Amigo, para enfrentar o mundo e seus revezes todos nós precisamos desse revestimento, que vem com a entrega verdadeira.